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ACADEMIA LIV COMEMORA O DIA MUNDIAL DA ÁGUA!

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No dia 21 e 22 de março, a equipe de profissionais da Academia Liv comemorou com todos seus alunos o Dia Mundial da Água.

Em parceria com a SANEPAR, os profissionais da academia enfatizaram a necessidade do uso correto da água nas atividades do dia-a-dia, conscientizando sobre a escassez de água que já é um problema mundial, devido a fatores que tem relação direta com a ação do ser humano no meio ambiente: desperdício, poluição, mudanças climáticas, tudo isso interfere no ciclo da água, fazendo com que diversos países já sofram as consequências de forma muito grave.

Segundo dados da OMS – Organização Mundial de Saúde, a falta d’água já afeta o Oriente Médio, China, Índia e o norte da África. Se nada mudar, até o ano 2050, calcula-se que mais de 50 países enfrentarão crise no abastecimento de água. Isso envolve bilhões de pessoas com problemas em relação à água.

A nutricionista da Academia Liv, Priscilla Milan, orientou os alunos sobre a importância da hidratação, afinal nosso corpo é formado por aproximadamente70% de água.

Fisiologicamente….

A Água realiza duas funções fundamentais em nosso organismo: participa do metabolismo, ou seja, das reações químicas que ocorrem no organismo e controlar a temperatura, assim, através do suor há perda de calor e nosso corpo “esfria”, controlando a temperatura. Daí a importância da hidratação durante as atividades físicas.

Por isso, se for praticar atividade física, fique atento à necessidade de tomar ainda mais água. Em casos de pessoas que praticam atividades extenuantes, pode ser também necessário repor sais minerais perdidos junto com o suor. Isso é hoje fácil de ser feito através do consumo das chamadas bebidas isotônicas, muito populares entre atletas, porém é importante ressaltar que antes de consumir este tipo de bebida, é fundamental consultar uma nutricionista.

Uma pessoa normal pode atribuir cerca de 70% de seu peso à presença de água no organismo. Essa quantidade é maior em pessoas magras e em jovens, sendo máxima em um bebê recém nascido. Com o passar dos anos, a proporção de água no organismo diminui. Pessoas obesas também possuem um pouco menos de água (proporcionalmente) que pessoas mais magras.

Em um dia de temperatura e umidade normais, precisamos ingerir em média cerca de dois litros de água. Isso equivale a um pouco menos de um copo de 200mL por hora.

A necessidade de beber água constantemente é fácil de entender: isso acontece porque nosso corpo não consegue armazenar muita água em seu interior e grande parte do que é consumido é eliminado através da pele, pelo suor ou é perdida na respiração, nas fezes e na urina.

Desidratação

A desidratação ocorre quando o nosso organismo está com menos água do que precisa. Essa quantidade insuficiente de água pode decorrer da ingestão insuficiente ou de perdas excessivas. Essas perdas ocorrem em diversas situações, relacionadas ou não com doenças. Depois de uma corrida, por exemplo, o organismo fica em déficit de água, porque muito dessa substância é perdida no suor e na respiração ofegante. Depois de beber bebidas alcoólicas, também é comum que o corpo perca água, pois o álcool atua em uma região do cérebro que facilita a fabricação de urina.

Algumas doenças podem facilitar a desidratação. É o caso de algumas situações onde o indivíduo apresenta vômitos ou diarréia. Nesses casos, não é incomum a presença de febre, cuja sudorese associada poderia agravar ainda mais o quadro de desidratação.

Sintomas da desidratação

Indivíduos desidratados apresentam um volume de sangue menor que o normal, o que força o coração a aumentar o ritmo de seus batimentos, quadro chamado pelos médicos de taquicardia.

Com menos água, a pele se torna áspera e as mucosas perdem o turgor, ficando com aspecto enrugado e pouco viçoso. Os olhos podem ficar fundos.

Quando a falta de água prejudica o funcionamento dos músculos, podem ocorrer fraqueza e sensação de corpo pesado. Se a falta de água chegar ao cérebro, uma pessoa pode até entrar em coma ou morrer.

Casos graves de desidratação prejudicam o funcionamento dos rins, cuja função é excretar a urina. Quando isso ocorre, o volume urinário pode ficar perigosamente baixo ou simplesmente chegar a zero.

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